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Lúcia Bayan: “Se há alguém com que podemos aprender sobre a defesa do ambiente é com as populações indígenas”

Lúcia Bayan, doutoranda em Estudos Africanos, dedica-se há mais de uma década ao estudo das sociedades e do sistema político da etnia felupe na Guiné-Bissau. Esta é uma entrevista sobre a história de uma aldeia em risco de ser engolida pelo mar.

A Serpente, o Leão e o Caçador

O Leão (Parte 1)

Quando a guerra chegou, a Síria estava a sair de cinco anos de seca extrema que devastaram o país. Cerca de 800.000 sírios tinham perdido os seus meios de subsistência, milhares mudaram-se para as cidades. Adam Al Alou, investigador, viu isso de perto. Que papel teve a crise climática em tudo isto?

A Serpente, o Leão e o Caçador

A Serpente

Os habitantes da tabanca de Djobel, uma pequena aldeia no noroeste da Guiné-Bissau, não compreendem porque está a natureza de que sempre cuidaram a castigá-los. A fábula da serpente é, para alguns, uma forma de fazerem sentido do que lhes está a acontecer. O mar está a subir e a roubar-lhes a terra, as casas, os locais sagrados. A água vai obrigá-los a fugir. Para onde?

opinião

“Salvar os média não partirá de quem tem poder”, por Ricardo Esteves Ribeiro

Intervenção de Ricardo Esteves Ribeiro durante a conferência “Financiamento dos Média”, organizada pelo Sindicato dos Jornalistas, realizada na Cidadela de Cascais, nos dias 2 e 3 de dezembro de 2019.

opinião

Discurso Fumaça nos Prémios Gazeta 2018

Discurso de Ricardo Esteves Ribeiro durante a cerimónia de entrega de Prémios Gazeta 2018. O Fumaça venceu o Prémio Gazeta Revelação com a série “Palestina, histórias de um país ocupado”.

reportagens

Yazidis: o genocídio esquecido (2/2)

Entre as milhares de vítimas do Daesh, as mulheres e crianças Yazidi eram um alvo preferencial: foram vendidas, torturadas, violadas. O autoproclamado Estado Islâmico distorceu e utilizou o Islão como arma de propaganda para as suas atividades criminosas, utilizando os corpos femininos como moeda de troca sexual e aliciamento de combatentes. Uma mancha na honra das mulheres Yazidi, cuja cultura machista e patriarcal desta religião as obrigou a escolher entre os filhos e a comunidade. Como estão as vítimas a lidar com o trauma da violência que sofreram? E o que têm feito para preservar a memória do genocídio e procurar justiça?

reportagens

Yazidis: o genocídio esquecido (1/2)

A minoria étnico-religiosa Yazidi é pouco conhecida e pouco falada. No verão de 2014, com a guerra na Síria e a instabilidade no Iraque, uma brutal perseguição por parte dos fundamentalistas do Daesh culminou num genocídio. Para o autoproclamado Estado Islâmico, a cultura e modos de viver dos Yazidi não era dignos e, por isso, deviam ser eliminados. Cerca de 5000 pessoas foram mortas. Mais de 6000 mulheres e crianças foram raptadas, torturadas, escravizadas, violadas. Que povo é este? O que lhe aconteceu? Quem o ajudou?

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