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Jornalismo independente
progressista e dissidente

Quem somos

O Fumaça é um projeto de jornalismo independente, progressista e dissidente.

Somos independentes, porque as nossas escolhas editoriais dependem do interesse próprio da redacção. Baliza-nos o nosso estatuto editorial e a certeza de que é a redacção que decide os destinos da publicação.

Somos progressistas, porque acreditamos no progresso social, na universalidade dos Direitos Humanos, efetivamente assegurados, assim como na ideia de que todas as pessoas devem ter as suas necessidades básicas garantidas.

Somos dissidentes, porque entendemos que há outras narrativas mediáticas para apresentar, que há mais mundo, outras histórias e perspetivas para mostrar, vozes diferentes para ouvir. Interessa-nos falar com quem tem menos espaço.

Não somos pés de microfone dos poderes instalados e assumimo-nos como um meio contra-poder. Queremos descodificar os processos e estruturas formais e informais da Democracia representativa em que vivemos: questionar as decisões tomadas, responsabilizar quem as toma e escrutinar as pessoas que mandam e atuam no sistema político-partidário.

Equipa

Ana Freitas | [email protected]

Nascida e criada na Ilha da Madeira, parti aos 17 anos para Lisboa. Dois anos depois mudei-me para Londres onde me formei em Design de Comunicação. Apesar de ter vivido noutros pontos do mundo é em Lisboa que resido (desta parece-me que é de vez).

Pelo caminho fiz uma pós graduação em Antropologia-Culturas Visuais e um mestrado em Design Gráfico e Projectos Editoriais. Tenho hoje o meu próprio atelier (Many Islands) onde faço sobretudo projectos globais de identidade (ou branding, ou marcas, dependendo do hemisfério). Dou ainda aulas na ETIC – Escola de Tecnologias Inovação e Criação, no terceiro ano de Design Gráfico BA (Hons).

Procuro desafios sem solução visível e acredito no design como uma ferramenta para descodificar mensagens e mudar comportamentos. Sobretudo num mundo em que a informação se desdobra em meios cada vez mais complexos. O Fumaça comunica com e para pessoas, a partir de universos distintos de som, imagens e palavras. Sendo a função de qualquer designer essa mesma, estou cá para a construção dessa ponte.
Mais recentemente decidi descobrir em quanto tempo conseguirei chegar a um cinto preto no karaté. Um dia conto-vos como correu.

Bernardo Afonso | [email protected]

Nasci em 1993 e fui criado em Algés. Desde sempre, vivi rodeado por música e livros e achava que ia ser historiador. Estudei Piano e Teoria Musical durante 15 anos, tendo tido o privilégio de frequentar a Escola de Música N. Sra. do Cabo e o Hotclub. Deixei por concluir uma licenciatura em Jornalismo, por não me rever na maneira como estava a ser leccionada. Formei-me autodidaticamente em Produção Musical, área em que trabalho, desde 2015. Faço parte dos Lotus Fever e já trabalhei com artistas como MITO, Manel Cruz, Golden Slumbers, Vaarwell, Wellman e Outtake.

Fundei o Fumaça, onde trato de todas as questões relacionadas com áudio e vídeo e sou jornalista. Luto pela igualdade como pela sobrevivência e defendo a informação livre, rigorosa e honesta como a única maneira de curar uma sociedade profundamente doente. Preocupa-me o sentido desta coisa a que chamamos vida. A música e os livros, esses, continuam a acompanhar-me.

Frederico Raposo | [email protected]

Acredito que a verdade não pode ser encontrada só nas maiorias. Que é preciso garantir que todos tenham voz. Que o jornalismo não pode difundir, só. Tem que lutar para libertar-se daquilo que o constrange e, assim, contribuir para a boa informação e para a verdadeira democracia. Estou na Fumaça porque acredito no que fazemos.
Sou licenciado em Ciências da Comunicação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Para além do Fumaça, trabalho, também, como jornalista na revista Smart Cities, uma publicação dedicada à sustentabilidade das cidades e à inteligência urbana. Gosto muito da minha bicicleta – é com ela que me desloco na cidade, faça chuva ou sol, e é também com ela que me perco e me faço demorar, sempre que me apetece.

Maria Almeida | [email protected]

Cresci no Porto, com um sotaque mais ou menos carregado.

Desde que me lembro que gosto de ouvir boas histórias, daquelas que não estão nos livros, contadas pelas pessoas. Mais tarde, comecei a escrevê-las num caderno.

Aos 18 anos, vim para Lisboa estudar jornalismo, na Universidade Nova de Lisboa. Desiludi-me e revoltei-me com as restrições que me eram impostas na escrita. Decidi não fazer o estágio não remunerado em jornalismo e comecei a trabalhar como copywriter.

Até que em 2016, recuperei a paixão pelo jornalismo e comecei um novo projeto chamado É Apenas Fumaça. Queixo-me de que não durmo, desde então. Mas não trocava este trabalho por nada (não o faço a tempo inteiro, durante o dia trabalho na Unbabel, uma empresa de inteligência artificial que resolve problemas de tradução).
Prefiro reportagens a entrevistas. Não vivo obcecada pela verdade, antes pelas várias verdades. Inspiro-me no bom jornalismo feito mundo fora. Ouço religiosamente vários podcasts – This American Life, Embedded, Reveal, Intercepted – enquanto passeio o meu cão.

Vivo em Lisboa mas, apesar de ter perdido parte do sotaque, ainda digo sapatilhas e não pronuncio o acento nas formas verbais terminadas em -ámos, no pretérito perfeito do indicativo.

Pedro Miguel Santos | [email protected]

Andava na primária quando criei um jornal de parede – na verdade, era uma uma folha riscada à mão, com colagens, fotocopiada muitas vezes – que distribuía com a garotada da turma pelas caixas de correio da minha aldeia. No secundário juntei-me ao clube de jornalismo, para fazer o Janela Aberta, e aprendi a mexer em computadores, o que eram disquetes, que os jornais se imprimiam em gráficas. Dei os primeiros passos à séria na Rádio Dom Fuas e escrevi crónicas n’O Portomosense. Cheguei à Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, do Politécnico de Leiria, para me licenciar em Comunicação Social e Educação Multimédia e tive o privilégio de ser um dos fundadores da rádio universitária IPlay.

Durante meia dúzia de anos, estive na revista VISÃO, até que me cansei de ser trabalhador precário, a falsos recibos verdes, e deixei a profissão. Achava eu. Fui trabalhar para o projeto Rios Livres, da associação ambientalista GEOTA. Mas conheci o Fumaça e voltei a acreditar que era possível fazer o jornalismo que sempre achei importante ser feito. Despedi-me. E aqui estou, de alma e coração.

Fundei e fui dirigente na Academia Cidadã, associação nascida do Protesto da Geração à Rasca, que me orgulho de ter ajudado a organizar.

Ricardo Esteves Ribeiro | [email protected]

Aos 17 anos, enquanto sonhava com o curso de Ciência Política ou Filosofia, assinei de cruz a candidatura a Gestão porque, pensava, era a via mais rápida para um dia não ter de trabalhar para alguém. Não foram precisos mais de três meses para perceber que o curso não me dizia nada. E saí.

Trabalhei em empresas tecnológicas em Lisboa e em Milão – a Uniplaces, a WalletSaver, a Unbabel -, mas o sonho de ler, ouvir e contar histórias, sempre esteve comigo. Nos blogues sob pseudónimo, nos romances inacabados por não conseguir lidar com o facto de tanta gente escrever melhor do que eu. Então, lia. E os livros entravam casa adentro, subindo pelas prateleiras, até transbordarem sobre a secretária, o chão, as cadeiras. Talvez nunca tenha saído de uma livraria sem um livro. E quanto mais livros leio, mais inquieto vivo, por ter a certeza de que nunca conseguirei ler tudo o que quero.

Em 2016, fundei o Fumaça, com uma série de amigos. Depois de ver, ler e ouvir tantos outros projetos de jornalismo independente fora do país perguntei-me: Porque ninguém conta estas histórias em Portugal? Porque ninguém faz estas perguntas? Porque ninguém ouve estas pessoas?

Como disse Eduardo Galeano, um dia: “O que eu gostaria de ser escrevendo [é] ser capaz de olhar o que não se olha, mas que merece ser olhado. As pequenas, as minúsculas coisas da gente anónima, da gente que os intelectuais costumam desprezar”.

A partir daí, as horas de sono, que sempre me foram poucas, espremeram-se ainda mais – não se consegue dormir com a injustiça à frente dos olhos.

Sofia Rocha | [email protected]

[Continuamos a nossa missão de tentar convencer a Sofia a escrever a sua nota biográfica. Desejem-nos sorte.]

Tomás Pereira | [email protected]

Cresci entre Algés e Miraflores e sempre me senti profundamente ligado a esse calmo e tranquilo pedaço de mundo. Desde muito novo que desenvolvi um gosto por livros. Competia com um ou outro amigo para ver quem lia mais livros, ainda não tinha 10 anos feitos. Era raro não ganhar. Acho que foi isso que me deu uma vontade voraz de querer compreender o mundo em todas as suas dimensões. No meio das leituras surgiu o interesse pela política, que desde então foi estando sempre presente. Durante a juventude, mais nos bastidores da minha mente, hoje, como uma parte muito importante daquilo que sou.

As razões que levaram este interesse a despertar em mim são as mesmas que me levaram a ajudar a fundar o Fumaça: vontade de contribuir, com muito pouco que seja, para uma melhor compreensão do Universo e o enorme desejo de mitigar as injustiças gritantes que nele estão presentes. Nem todos tivemos a sorte de poder crescer num pedaço de mundo calmo e tranquilo, onde nunca nada faltou. Longe disso. Sinto que aqueles de nós que tiveram essa sorte, sem nunca nada termos feito para a merecer, têm o dever de contribuir para alargar essas condições ao maior número de pessoas possível. Sinto que temos de contar a história dos que não tiveram e não têm essa sorte, bem como de exigir que quem tem poder para melhorar as coisas, o faça.

Reparto a minha vida entre o Fumaça, um mestrado em Ciência Política na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e a militância no partido LIVRE. Vai sobrando tempo para todos os fantásticos seres humanos que tive o privilégio de ir encontrando pelo caminho. Sobra sempre.

Tomás Pinho | [email protected]

Vim nascer a Lisboa, mas fui criado em vários lugares da margem sul, com maior predominância na cidade de Almada. Desde miúdo que tenho propensão para as ciências, as engenhocas e a engenharia. Desde o segundo ciclo que queria ser Engenheiro Informático, para escrever programas ao computador.

O sonho passou pela área das aplicações, da segurança e assentou na de infraestrutura, onde actualmente trabalho. Tirei um mestrado no Instituto Superior Técnico e comecei a minha vida profissional em startups portuguesas. Sou músico amador nas horas vagas e ávido jogador de videojogos. Acredito na verdade, transparência e integridade, valores que me fizeram identificar com o Fumaça, onde ajudo com a parte informática. 🤓

Transparência

O Fumaça é um projeto de media independente financiado por donativos individuais e fundações. Não aceitamos financiamento de empresas privadas. Não disponibilizamos espaço publicitário.

O nosso orçamento, gastos e projeção financeira para 2018 e 2019 podem ser consultados aqui.

 

Estatuto Editorial

Fumaça é um projeto de informação online que aprofunda os problemas mais estruturantes da sociedade portuguesa e global. Quer explicar os comos e os porquês dos acontecimentos que condicionam a vida da sociedade em que vivemos.

Fumaça é um projeto de jornalismo independente, progressista e dissidente que não se submete a organizações partidárias, religiosas, económicas, financeiras, desportivas, culturais ou sociais, nem às suas agendas.

Fumaça quer escrutinar a Democracia, questionando as decisões políticas de quem é nomeado ou se faz eleger, procurando fiscalizar e responsabilizar as suas ações.

Fumaça quer ouvir representadas e representados, especialmente as camadas da população que têm menos voz. Fumaça quer expor, contextualizar e perceber as suas dificuldades e reivindicações.

Fumaça acredita nos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia e na Constituição da República Portuguesa.

Fumaça cumpre o Código Deontológico do Jornalista e pugna pela sua prática efetiva.

Fumaça considera a Liberdade e a Igualdade princípios fundamentais da vida democrática. Bater-se-á por eles, nomeadamente pela Liberdade de Expressão e de Imprensa.

Fumaça tomará posições públicas sempre que entender que estão em causa princípios basilares da vida democrática.

Fumaça não acredita em jornalismo-espetáculo, baseado no simplismo, em estereótipos e lugares-comuns.

Fumaça rejeita a lógica do entretenimento e do sensacionalismo na informação.

Fumaça não pratica a ditadura da rapidez, do imediatismo e da voracidade da informação sem tempo para ser executada. Da mesma forma, entende que as pessoas devem poder aceder a informação complexa, aprofundável à medida dos seus tempos e interesses.

Fumaça é pela transparência de todo o processo que envolve a prática jornalística e defende que se apresente de forma clara quem faz o quê, como faz e quem financia.

Fumaça distribui-se online via áudio, texto, fotografia, vídeo ou quaisquer outros meios e formatos necessários para contar histórias e disseminar os seus trabalhos.

 

Quem nos apoia

Fumaça recebeu uma bolsa de apoio ao jornalismo independente, no valor de 80 mil euros, atribuída pela Open Society Foundations (OSF). O contrato assinado com a OSF pode ser consultado aqui.

  • João Pais
  • Ricardo Marvão
  • Guilherme Grijó Pires
  • João Pedro Rocha Pais
  • Noémia Lemos Costa
  • Mário Rui André
  • Rui Mascarenhas
  • David Santos
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  • Vasco Sá Pinto
  • Pedro Medeiros
  • Beatriz Rebelo
  • José Manuel N. Azevedo
  • Henrique Ribeiro
  • João Martins
  • André Pipa
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  • Rafaela Cortez
  • João Costa
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  • Filipe Peças Correia
  • Jorge Simões
  • Marta Cardoso
  • Bruno Horta
  • André Góis
  • António Matos
  • Sérgio Santos
  • Nelson Almeida Caetano
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  • Afonso Tsukamoto
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  • José Miguel Ribeiro Ferreira Gama
  • Maria Ivone Teixeira Pereira de Melo Ferreira
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  • Tiago Neves
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  • Tiago Custódio
  • Mafalda Maia
  • Ricardo Teixeira
  • Nuno Lages
  • Filipe Vaz
  • Duarte Miranda
  • Ana Queijo
  • Patrícia Serrano Gonçalves
  • João I. P. Lestro
  • David Domingues
  • Diogo Lopes
  • Tiago André Teixeira
  • André Faria Silva
  • Helena Vidago

Ficha Técnica

Título da publicação

Fumaça

Número de registo do título na ERC

127119

Número de registo de pessoa coletiva

514580682

Periodicidade

Diária

Entidade Proprietária

Verdes Memórias – Associação

Direção

Presidenta: Maria Almeida

Vice-Presidenta: Diana Carvalho

Secretário: João Labrincha

Conselho Fiscal

Presidenta: Sofia Rocha

Vice-presidente: Ricardo Venâncio Lopes

Secretário: Pedro Zuzarte

Assembleia-Geral

Presidente: Tomás Pereira

Secretária: Sofia da Palma Rodrigues

Secretário: Diogo Cardoso

Sede do Editor

Campo Grande, 232, 1.º direito

1700-094 Lisboa

Estatutos da Verdes Memórias –
Associação

Contactos da redação

Calçada do Tijolo, 23, 1200-464, Lisboa

[email protected]

Fumaça

Diretor

Pedro Miguel Santos

Editor

Verdes Memórias – Associação

Redação

Bernardo Afonso (TPE186 A), Frederico Raposo (TP430 A), Maria Almeida, Pedro Miguel Santos (CP 5518A) , Ricardo Esteves Ribeiro (TPE189 A), Tomás Pereira

Desenvolvimento

Sofia Rocha e Tomás Pinho

Direção Criativa

Ana Freitas