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opinião

“Georgete, ou o nome que servir a Revolução”, por Rafaela Cortez

Georgete é apenas uma das mulheres que mergulharam na clandestinidade, que abandonaram as terras, as famílias, e até a própria identidade, para lutar contra a ditadura de Salazar e Caetano. E no entanto, raramente ouvimos falar sobre elas.

opinião

“O rapaz da rua da Fábrica”, por Margarida Tengarrinha

Margarida Tengarrinha, militante antifascista que viveu cerca de 20 anos na clandestinidade durante a ditadura, escreve “O rapaz da rua da Fábrica”, uma história até hoje nunca contada sobre a vida do seu companheiro Carlos Costa, histórico militante do PCP, que morreu a 6 de setembro de 2021.

opinião

“Um jacarandá chamado Sampaio”, por Pedro Miguel Santos

Artigo de opinião de Pedro Miguel Santos, sobre Jorge Sampaio, que considera o melhor Presidente da República, desde o 25 de Abril.

opinião

“Limpa a cidade para passar a procissão”, por Margarida David Cardoso

Talvez nos choque que ainda hse faça por esconder quem, só pela sua existência, põe em causa a ideia de uma cidade moderna de gente feliz e ruas impolutas. Ainda hoje, há dias em que se limpa a cidade varrendo pessoas.

opinião

“Liberdade”, por Maria Teresa Horta

Ainda há pouco acontecia Maria Teresa Horta acordar sobressaltada com a ideia de que a PIDE lhe estava à porta. Tinha que se voltar a surpreender com a recordação do 25 de Abril. “Continua a ser o dia mais feliz da minha vida.” A propósito do aniversário da Revolução, pedimos-lhe um poema. Chamou-lhe Liberdade.

Exército de Precários

Boinas

O Estado detém o monopólio da violência legal. Mas, se assim é, como se explica a ligação umbilical entre a segurança privada e as forças públicas de autoridade?

reportagens

Inquietações, uma homenagem a José Mário Branco

Hoje, no dia em que se cumpre um ano após a sua morte, ouvimos as respostas de pessoas anónimas à pergunta: “O que é que te inquieta?”

opinião

“Entre pessoas em situação de sem-abrigo e especuladores, a PSP escolhe os últimos”, por Ricardo Esteves Ribeiro

Artigo de opinião de Ricardo Esteves Ribeiro sobre o papel autoritário da PSP durante o despejo ilegal do Seara, em Lisboa.

reportagens

A Resistência: quarentena na rua

Como se faz quarentena sem uma casa? Conversámos com as pessoas que resistem nas ruas de Lisboa, com ou sem pandemias, mesmo quando o distanciamento social e a quarentena são impossíveis.

extras

Emellin de Oliveira: “Existe uma falta de interesse político em proteger deslocados climáticos”

Emellin de Oliveira é investigadora em Direito de Imigração e Asilo, atualmente a estudar a securitização da migração na União Europeia. Nesta entrevista, falta sobre refugiados climáticos e as possibilidades de proteção internacional de pessoas forçadas a migrar por causa da crise climática.

A Serpente, o Leão e o Caçador

O Caçador (Parte 2)

Desde o chamado período colonial, pessoas e recursos fluem do Sul para o Norte, de uma forma muitas vezes violenta. A crise climática reflete esse mesmo desequilíbrio de forças e deixou à vista uma dívida ecológica histórica por pagar.

extras

Carla Amado Gomes: “A Europa tem uma responsabilidade histórica face aos deslocados climáticos”

Carla Amado Gomes é especialista em Direito Ambiental e professora na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Nesta entrevista, fala sobre as questões que a crise climática coloca ao Direito, os litígios climáticos contra os Estados e a responsabilidade histórica dos países industrializados.

A Serpente, o Leão e o Caçador

O Caçador (Parte 1)

Em junho de 1972, um acordo internacional das Nações Unidas assumiu uma nova maneira de pensar a relação com o ambiente. Em Estocolmo, líderes dos Estados-membros reconheceram, pela primeira vez, a existência de alterações climáticas provocadas pelas atividades humanas. Nos 48 anos que passaram desde então, as emissões globais de gases com efeito de estufa duplicaram.

A Serpente, o Leão e o Caçador

O Leão (Parte 2)

Em 2011, Ioane Teitiota pediu à Nova Zelândia que o reconhecesse como o primeiro refugiado climático do mundo. Kiribati, o pequeno arquipélago no Pacífico onde vive com a mulher e os três filhos, poderá estar praticamente submerso em 2050. A sua luta terminou sem sucesso. E, ainda hoje, os refugiados climáticos caem pelas brechas da lei de asilo.

extras

Lúcia Bayan: “Se há alguém com que podemos aprender sobre a defesa do ambiente é com as populações indígenas”

Lúcia Bayan, doutoranda em Estudos Africanos, dedica-se há mais de uma década ao estudo das sociedades e do sistema político da etnia felupe na Guiné-Bissau. Esta é uma entrevista sobre a história de uma aldeia em risco de ser engolida pelo mar.

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