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Segurança Privada: Exército de Precários (Extra)

Rui Tomé: “Os trabalhadores não têm legitimidade para convocar uma manifestação”

18 Março 2021
15:48

Esta entrevista foi disponibilizada à Comunidade Fumaça em conjunto com o sexto episódio de “Exército de Precários”, um audiodocumentário, em oito partes, sobre a segurança privada em Portugal.

Com nove mil sócios a pagar quotas , o Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD) lidera, há décadas, o sindicalismo na segurança privada.

Rui Tomé, vice-coordenador nacional do STAD, e segurança da Loomis, a marca da Securitas para transporte de valores, garante que foram décadas de conquistas laborais e melhoria de condições. Pelo menos, sempre que houve “força dos trabalhadores”.

Nesta entrevista ao Fumaça, gravada em junho de 2020, nega a influência do Partido Socialista na estrutura diretiva do STAD, refuta acusações de subserviência ao patronato e garante que há democracia interna no sindicato, apesar de ser incapaz de recordar uma eleição em que houve duas listas a chegar às urnas. “Dentro do sindicato há liberdade de pensamento, há liberdade de expressão, há liberdade de opinião e não há censura”, afirma.

Para fora, deixa críticas às empresas que não cumprem a legislação laboral, ataca a concorrente Associação Sindical da Segurança Privada e os grupos de reivindicação orgânica que brotaram da luta pela aplicabilidade da transmissão de estabelecimento na segurança privada, a partir de 2019.

Com o apoio:

A série “Exército de Precários” foi realizada com o apoio de bolsas de investigação jornalística atribuídas pela Fundação Calouste Gulbenkian (2018) e Fundação Rosa Luxemburgo (2020). Os contratos podem ser consultados em www.fumaca.pt/sobre.

Edição
  1. Pedro Miguel Santos
Entrevista
  1. Nuno Viegas
  2. Ricardo Esteves Ribeiro
Texto
  1. Nuno Viegas
Edição de som
  1. Bernardo Afonso
Preparação
  1. Nuno Viegas
  2. Ricardo Esteves Ribeiro
  3. Pedro Miguel Santos
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