Pedro Miguel Santos Voltar

Jornalista

Redação

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Andava na primária quando criei um jornal de parede – na verdade, era uma folha riscada à mão, com colagens, fotocopiada muitas vezes – que distribuía com a garotada da turma pelas caixas de correio da minha aldeia. No secundário juntei-me ao clube de jornalismo, para fazer o Janela Aberta, e aprendi a mexer em computadores, o que eram disquetes, que os jornais se imprimiam em gráficas. Dei os primeiros passos à séria na Rádio Dom Fuas e escrevi crónicas n’O Portomosense. Cheguei à Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, do Politécnico de Leiria, para me licenciar em Comunicação Social e Educação Multimédia, e tive o privilégio de ser um dos fundadores da rádio universitária IPlay. Durante meia dúzia de anos, estive na revista VISÃO, até que me cansei de ser trabalhador precário, a falsos recibos verdes, e deixei a profissão. Achava eu. Fui trabalhar para o projeto Rios Livres, da associação ambientalista GEOTA. Mas conheci o Fumaça e voltei a acreditar que era possível fazer o jornalismo que sempre achei importante ser feito. Despedi-me. E aqui estou, de alma e coração. Fundei e fui dirigente na Academia Cidadã, associação nascida do protesto Geração à Rasca, que me orgulho de ter ajudado a organizar.

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