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Autonomia

Paulo Miguel Rodrigues: “Começa a ser tempo de o Estatuto Político-Administrativo da Madeira ser revisto”

28 Novembro 2019
06:35

Autonomia é sonho com 200 anos, um processo de revoltas populares, levantamentos militares, de atentados à bomba, de resignação e luta contra o esquecimento, é a história destas gentes e deste território que nunca foi bem metrópole, nem colónia, mas que até ser região autónoma com bandeira e hino esteve para ser um protetorado britânico.

Atravessou crises económicas, assistiu a levas de emigração para Demerara, na Guiana, o Brasil, Havai (Estados Unidos da América) e Curaçau, mais tarde para a Venezuela e África do Sul. Enfrentou bombardeamentos alemães, perdeu o dinheiro na falência das casas bancárias, revoltou-se contra Salazar e pagou caro a ousadia. E, até a autonomia ser letra de lei na constituição de 1976, a Frente de Libertação da Madeira rebentou bombas e incendiou carros.

Depois chegou Alberto João Jardim – presidente do Governo Regional, entre 1978 e 2015 – o dinheiro da Europa, estradas e luz eléctrica, o desenvolvimento e as polémicas contra Lisboa, cujos episódios mais recentes são o financiamento do novo hospital e os preços das passagens aéreas. E foi para falar de tudo isto que ouvimos Paulo Miguel Rodrigues, professor da Universidade da Madeira, especialista em História Contemporânea.

Edição
  1. Pedro Miguel Santos
  2. Margarida David Cardoso
Edição de Imagem
  1. Joana Batista
Edição de Som
  1. Bernardo Afonso
Entrevista
  1. Marta Caires
Fotografia
  1. Xavier Sousa
  2. Saul Caires
  3. César Gonçalves
Preparação
  1. Pedro Miguel Santos
  2. Marta Caires
  3. Margarida David Cardoso
Som
  1. Xavier Sousa
  2. Saul Caires
  3. César Gonçalves
Texto
  1. Marta Caires
Vídeo
  1. Xavier Sousa
  2. Saul Caires
  3. César Gonçalves
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