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Segurança Privada: Exército de Precários (Extra)

Pedro Neto Gouveia: “O Estado não tem capacidade de ter Polícia em todo o lado”

18 Março 2021
15:48

Esta entrevista foi inicialmente disponibilizada à Comunidade Fumaça em conjunto com o último episódio de “Exército de Precários”, um audiodocumentário, em oito partes, sobre a segurança privada em Portugal.

A regulação da vigilância portuguesa cabe ao Departamento de Segurança Privada da Polícia de Segurança Pública. À cabeça deste serviço está, desde 2016, Pedro Neto Gouveia.

É um agente experiente. Foi Chefe da Área de Operações e Segurança do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa; oficial de ligação do Ministério da Administração Interna junto da Embaixada de Portugal em Díli, capital de Timor-Leste. E, depois, Diretor do Departamento de Operações da Direção Nacional da PSP.

Durante uma entrevista de duas horas, gravada em maio de 2020, o número um da regulação da vigilância nunca alega ignorância – “sei tudo o que se passa na segurança privada” – seja para discutir a emergência laboral no setor, as práticas violentas da vigilância na noite ou a ligação entre as forças militares e policiais e empresas históricas, como a 2045 ou Grupo 8.

O superintendente deixa claro que vigilantes são necessários por o Estado não ter meios para responder às necessidades de segurança de toda a gente: “Não há um polícia para cada cidadão”. Mas reforça a necessidade de gerir o setor com legislação adequada e fiscalização eficaz.

Com o apoio:

A série “Exército de Precários” foi realizada com o apoio de bolsas de investigação jornalística atribuídas pela Fundação Calouste Gulbenkian (2018) e Fundação Rosa Luxemburgo (2020). Os contratos podem ser consultados em www.fumaca.pt/sobre.

Edição de Texto
  1. Pedro Miguel Santos
Entrevista
  1. Nuno Viegas
  2. Pedro Miguel Santos
Texto
  1. Nuno Viegas
Preparação
  1. Nuno Viegas
  2. Ricardo Esteves Ribeiro
  3. Pedro Miguel Santos
Som
  1. Bernardo Afonso
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