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Jornalismo independente
progressista e dissidente

22 Janeiro, 2017

atualidade

Na Rua – Marcha das Mulheres Lisboa #NãoSejasTrump

Ontem, milhões de pessoas por todo o mundo juntaram-se para resistir ao mandato do novo presidente dos Estados Unidos. A Marcha das Mulheres, inciada em Washington, teve repercussões em todos os continentes e em cerca de 60 países, desde o México, Alemanha, França, Bélgica, Japão, Reino Unido, Zâmbia, Uruguai, Macau, Líbano, Quénia, Austrália, Iraque, Antártida entre outros. Em Portugal, a marcha trouxe pessoas para as ruas em 5 cidades e o É Apenas Fumaça reportou desde a marcha em Lisboa, à porta da Embaixada dos EUA.

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O protesto, que se formou como parte do movimento feminista e que quis trazer à atenção o perigo que a presidência do Donald Trump significa, acompanhou-se de muitos outros movimentos, que não só se representaram mundialmente nas mais de 600 manifestações que existiram, como também em Lisboa, onde centenas de pessoas defendiam causas como as dos direitos LGBT, a igualdade racial, a defesa das minorias religiosas e o respeito pelos animais.

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Conversámos com a Daniela Bento, que faz parte da Direção da ILGA, sobre as lutas LGBT em Portugal e no Mundo, e como a presidência Trump as pode influenciar. Falámos também com a Emily Almeida e o Andrew, americanos a viver em Portugal, sobre o que levou à eleição de Trump e sobre o mandato de Obama; e com o David Crisóstomo, administrador da página Mulher Não Entra, sobre o estado da representação feminina nas organizações, empresas e comunicação social portuguesas. A Joana Grilo, uma das organizadoras do protesto e do espaço cultural Com Calma, explicou-nos que causas estiveram representadas ontem.

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