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9 Julho 2020
10:51

Temos um grande desafio e precisamos da vossa ajuda.

Hoje relançamos a nossa campanha de crowdfunding para três investigações que consideramos fundamentais: “Mulheres Esquecidas. Um ar que se lhes deu.”, “Presos e Prisões. Com que Direito?” e “Bairros PERdidos”.

Começámos este projeto no início de março, com o objetivo de financiarmos os novos trabalhos em que nos iríamos focar durante 2020, mas o estado de emergência e a pandemia de Covid-19 trocaram-nos as voltas. Toda a gente tinha mais em que pensar e ninguém sabia muito bem o que fazer ou como se comportar durante esses meses. Mas passou algum tempo e está na hora de definirmos prioridades.

Decidimos relançar três dos temas que consideramos mais importantes e que, nos tempos de incerteza e crise que se desenham, afetam grupos de pessoas recorrentemente colocadas à margem, pouco ouvidos, que estão longe dos holofotes. Quando toda a gente parece estar a dar atenção apenas a um tema, é importante olhar para o que não é notícia do dia-a-dia.

Assim, estão oficialmente reabertas as três investigações que darão origem às séries:

> Mulheres esquecidas. Um ar que se lhes deu
Muitas mulheres têm sido esquecidas pela História. As suas vidas não são contadas, as suas vozes parecem perder-se no éter. Ficaram à margem. Ao longo de centenas de anos, líderes, cientistas, artistas, políticas, ativistas foram excluídas dos relatos. A que mulheres não se permitiu o devido (re) conhecimento? Isso continua a acontecer, hoje?

> Presos e Prisões. Com que Direito?
No final de 2018, 12.867 pessoas estavam presas nos 49 estabelecimentos prisionais e 154 jovens internados nos oito centros educativos existentes em Portugal. Para quê e para quem foram construídos os serviços prisionais e de reinserção? Há um ciclo de institucionalização? O que se passa para lá muros? E deixarão alguma vez as prisões de os ter?

> Bairros PERdidos
Em 1993, o Programa Especial de Realojamento (PER) prometia terminar com todos os bairros de barracas, realojando quem lá vivia em habitações dignas. Passados mais de 25 anos, parte da promessa ainda está por cumprir. O que é feito dessas famílias? Que alternativas tiveram? Onde vivem as que foram retiradas dos bairros demolidos?

Os outros dois temas que tínhamos anunciado – “Dentro do armário do autismo” e “Nova Escravatura” – continuam na nossa lista de investigações. Não deixaremos de as fazer, mas relançaremos as campanhas de financiamento mais tarde.

Se acreditam na importância do nosso trabalho, especialmente num momento em que o jornalismo de investigação é tão importante, considerem contribuir para a nossa campanha, AQUI.

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