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Jornalismo independente, progressista e dissidente

comunicados

Eleições Europeias 2019

Tu votas, o Fumaça investiga

Hoje, deixamos a votos nove temas, pré-selecionados pela nossa redação. Queremos que nos digas quais gostarias que abordássemos durante os próximos meses. Junta-te à nossa comunidade e vota para nos ajudares a escolher em que histórias trabalhar e que entrevistas fazer até às Eleições Europeias de 2019.

O voto é exclusivo para membros da comunidade Fumaça. Se ainda não fazes parte, contribui em https://fumaca.pt/contribuir

28 Fevereiro 2019

entrevista > é apenas fumaça

PRECARIEDADE NA CIÊNCIA

Janine da Silva: “Não há qualquer proteção social para um bolseiro”

A vida laboral de milhares de pessoas que fazem investigação científica em Portugal faz-se de bolsas. Sem contrato de trabalho, sem subsídios e com quase nenhuma proteção social. Janine da Silva é uma dessas pessoas. Esta semana, falamos sobre precariedade na Ciência e de como se produz conhecimento sem estabilidade e sem direitos. Vê aqui.

28 Fevereiro 2019

entrevista > é apenas fumaça

Brasil

Laura Carvalho: “A prisão de Lula é uma tentativa de assassinar a utopia da Esquerda”

Laura Carvalho é um dos principais nomes da nova geração de economistas no Brasil. A professora na Universidade de São Paulo lançou, em 2018, o livro “Valsa Brasileira – do boom ao caos econômico”, que analisa as transformações pelas quais o país passou entre 2006 e 2017.

O jornalista Danilo Thomaz entrevistou a investigadora brasileira sobre três temas fundamentais, para perceber o atual momento político do país: o governo de Lula da Silva, no qual, explica, “a elite se beneficiou tremendamente“ e se “fez muito menos em termos de mudança estrutural do que se gostaria”; o mandato de Dilma Rousseff e a sua política económica; e o período pós-impeachment da presidenta, incluindo a prisão de Lula e a eleição do novo presidente, Jair Bolsonaro.

21 Fevereiro 2019

entrevista > é apenas fumaça

Venezuela

Mónica Gandarez: “Nem Chávez, nem Maduro são pessoas de esquerda”

Hugo Chávez tomou o poder em 1999. Nos primeiros anos 10 anos, as iniciativas sociais produziram resultados: o analfabetismo foi erradicado, a pobreza diminui drasticamente, o PIB per capita aumentou e a Venezuela tornou-se o país menos desigual da América Latina. Mas com a descida do preço do petróleo, já com Maduro, a partir de 2013, surgiu a crise económica, social e política.

Milhares de pessoas foram para as ruas. Entre fevereiro e junho de 2014, 3.300 pessoas, incluindo menores, foram detidas; foram reportados 150 casos de tratamento desumano, muitos deles de tortura; 43 pessoas foram mortas. Líderes políticos da oposição foram presos.

No passado janeiro, ao mesmo tempo que se agudiza a grave crise humanitária, Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional e líder do partido Voluntad Popular, auto-proclamou-se presidente da Venezuela. Poucos dias depois, tinha já sido reconhecido por vários países e instituições: Parlamento Europeu, a maior parte dos países da UE, Estados Unidos da América, Brasil, entre outros.

Mas que papel tem em tudo isto o petróleo venezuelano?

Nesta entrevista, falamos sobre os últimos 20 anos da política venezuelana com quem a viveu por dentro. Mónica Gandarez é venezuelana e portuguesa, formada Relações Internacionais na Universidade de Coimbra, ex-professora de Relações Internacionais e Introdução ao Mundo Islâmico na Universidade de Santamaría, em Caracas, e trabalha em desenvolvimento internacional na Academia de Código. Vê aqui.

14 Fevereiro 2019

comunicados

Fumaça ganha nova bolsa: 175 mil euros para fazer jornalismo independente

O projeto de jornalismo independente, progressista e dissidente Fumaça venceu uma bolsa de apoio ao jornalismo independente, no valor de 175 mil euros, atribuída pela Open Society Foundations. É o segundo fundo atribuído pela fundação a ser ganho pela equipa, que conseguiu 80 mil euros em abril de 2018.

7 Fevereiro 2019

entrevista > é apenas fumaça

Violência Policial

Manuel Vicente: “A Câmara do Seixal veio ao bairro da Jamaica, quase de joelhos, para que não fossemos à manifestação”

Manuel Vicente veio para o bairro da Jamaica, no Seixal, há 23 anos. Não tinha outra alternativa. Quando chegou, não havia eletricidade, não havia gás, não havia rede de esgotos, mas havia a vontade de quem não tem outro teto. Pegou em tijolos e construiu um piso novo em cima dos pisos não acabados, mas já ocupados. Desde essa altura que exige da Câmara Municipal do Seixal condições dignas de habitação e realojamento.

Nesta entrevista, falamos sobre essa luta, sobre a história e origens do bairro da Jamaica, de brutalidade policial e do processo de realojamento dos moradores.

7 Fevereiro 2019
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